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	<title>YogaCentroKundalini</title>
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	<description>Yoga e Terapias nas Caldas da Rainha</description>
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		<title>O TESTE DO GURU</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 22:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>administrator</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.yoga.pro.br/artigos/1037/3058/o-teste-do-guru (Artigo publicado pelo Prof. Pedro Kupfer). Acho este artigo muito interessante vale a pena ler, tire as suas próprias conclusões&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.yoga.pro.br/artigos/1037/3058/o-teste-do-guru (Artigo publicado pelo Prof. Pedro Kupfer).<br />
Acho este artigo muito interessante vale a pena ler, tire as suas próprias conclusões&#8230;</p>
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		<title>14 de Fevereiro – Dia 17 (Chegada a Rishikesh)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 15:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[Green Hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Rishikesh]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a viagem de Delhi para Haridwar a Ofélia acordou e desceu para ir perguntar onde estávamos, ao que parece ainda não tínhamos chegado era na próxima paragem, dormitar mais um pouco e passado um bocado lá chegamos última estação eram 1:30h tirar as mochilas fomos andando pela estação o cenário mantinha-se muitas pessoas a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a viagem de Delhi para Haridwar a Ofélia acordou e desceu para ir perguntar onde estávamos, ao que parece ainda não tínhamos chegado era na próxima paragem, dormitar mais um pouco e passado um bocado lá chegamos última estação eram 1:30h tirar as mochilas fomos andando pela estação o cenário mantinha-se muitas pessoas a dormir pelo chão tanto nas plataformas como na casa das bilheteiras pensamos que grande parte vive mesmo por ali, a ocupar alguns bancos também estavam os macacos andavam por ali todos satisfeitos,  fomos saber se tínhamos algum comboio para Rishikesh  segundo eles as 4.00h  não valia a pena ir para o hotel compramos os bilhetes que foram muito baratos 8 IRU , na ida para a sala de espera a Ofélia deu por falta da bolsa de cintura dela tinha ficado no comboio como ainda estava lá parado correu para a carruagem B2, dinheiro não tinha mas estavam lá os documentos todos,  ao chegar já vinha um Sr. com a bolsa que lhe entregou com o conteúdo todo direitinho.</p>
<p>Desde que saímos de Kajuraho que tem sido uma aventura há 2 noites que não vamos a cama dormitamos pelos comboios e pelas salas de espera das estações, nestas alturas sonhamos com Portugal a nossa casa e caminha até porque já sentimos muitas saudades da filha.</p>
<p>Próximo da hora da partida do comboio olhamos para os bilhetes para ir-mos para a plataforma mas os bilhetes não tinham essa informação e ninguém nos entendia,  ainda  perguntávamos  as únicas turistas na estação mas também não sabiam, lá apareceu um Sr. que sabia um pouco inglês e nos explicou o comboio chegou e nós entramos desta vez para uma segunda classe, onde já nadava tudo mais ao molho, a carruagem não vai a abarrotar como algumas que já vimos  mas vai bem composta, lá fomos no comboio a caminho de Rishkesh as pessoas olhavam para nós por ser-mos os únicos turistas mas de uma forma pacifica.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-525" href="http://yogacentrokundalini.com/14-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-17-chegada-a-rishikesh/imgp3783/"><img class="alignleft size-medium wp-image-525" title="IMGP3783" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3783-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>O comboio parou começou toda a gente a sair mas pelas nossas contas seria a próxima paragem então ficamos sentados na carruagem, passado um bocado vem um Sr. dizer que era a última paragem estavam a passar a revista nas carruagens, foi uma sorte o comboio não ter regressado para trás, saímos da estação de Rishikesh o mesmo cenário muita gente a dormir no chão passamos pelos meio deles e na rua acordamos com o Sr. do rickshaw 100 IRU para nos deixar ao pé da ponte Rham Jhula, já sabíamos que teríamos que fazer parte do caminho a pé pois os rickshaws tem um limite definido para circular, de noite todos os gatos são pardos e nunca antes tínhamos passado por tal sitio lá fomos seguindo as indicações do Sr. mas a medida que andávamos pelas ruas e ruelas ficamos na duvida se estava a ir para o lado da ponte e dos ashrams o Pedro já dizia se calhar vamos mal isto são só ruelas com alguns amigos(viemos mais tarde a constatar que muitos eram sadhus) deitados nas bermas a dormir e outros a montarem as bancas, a Ofélia insistiu para seguir em frente e acabamos por ver o rio e chegar a ponte da Ram Jhula atravessamos a ponte suspensa sentido bem os balanços e o vento o tempo era de chuva e muito vento bem mais frio na zona dos Himalaias ainda encontramos um ou outro caminhantes em sentido contrário.</p>
<p>Ao chegar a outra margem notava-se já o dia a querer romper encontravam-se algumas pessoas e ouviam-se mantras , fomos perguntando onde ficava o Brijawasi Palace lá nos foram indicando chegamos finalmente ao Hotel mesmo ao lado existiam dois que vinham mencionados no nosso guia mas aquele não vinha lá chegamos a recepção e pedimos para ver os quartos, mostraram-nos os piores quartos que tínhamos visto até ao momento, pedi para ver outro em cima mas também não era melhor a Ofélia disse ao Pedro ficamos em outro hotel do guia e vem-se cá apenas fazer o curso pois para ficar 30 dias convinha que fosse um lugar melhor que desse para descansar bem.</p>
<p>Quando já estávamos a sair vem um rapaz que a Ofélia reconheceu como sendo um dos que ia dar o curso  falava bem inglês perguntou-nos de onde éramos e nome e reconheceu-nos, então disse-nos que já tínhamos feito o booking com o hotel xiii problema pois não queríamos ficar naquele hotel disse-mos que íamos tomar pequeno almoço e que depois falávamos com calma, andamos ás voltas a tentar encontrar algum sitio aberto mas nada tudo fechado ainda não eram 8 da manhã a questão era o que fazer agora bem lá fomos novamente para o hotel Brijawasi Palace e colocaram-nos no mesmo quarto que nos tinham mostrado dizendo que depois nos mudavam fomos com o Maesh (afinal o nosso Guruji) a um ashram perto que nos indicou como um excelente e sitio para comer tomamos pequeno almoço e voltamos ao hotel para descansar bem o quarto era surreal ficar ali um mês era impensável desde alcatifa cheia de buracos lençol idem cheiro a mofo janelas mesmo mal isoladas entrava uma corrente de ar, porta com folga como ficava muito perto da recepção um barulho insuportável em frente a Janela um telheiros com chapas de zinco logo a chuva a cair lá em cima mais barulho.<a rel="attachment wp-att-526" href="http://yogacentrokundalini.com/14-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-17-chegada-a-rishikesh/imgp3791/"><img class="alignright size-medium wp-image-526" title="IMGP3791" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3791-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>A Ofélia resolveu levantar-se e ir a um Hotel recomendado no Guia Green View , foi lá ver os quartos e não tinham nada a ver um pouco mais caros mas bem melhores, entretanto veio também o Pedro ver e realmente muito melhor perguntamos se podíamos ficar um mês com o quarto, havia uma parte de Março que já estavam mais lotados e então nessa altura teriamos que passar para outro quarto e o preço passaria de 750 IRU para 2200 IRU achamos que não compensava então o Sr. do hotel propôs que ficássemos em quarto mais pequeno e mais barato mas teríamos o quarto o tempo que desejássemos, mesmo assim este quarto conseguia ser bem melhor pequeno mas arejado e limpo ficava em 600 IRU noite achamos bem aceitamos fomos buscar as nossas mochilas ao outro hotel, no caminho encontramos o Maesh explicamos a situação disse que já tínhamos pago bla bla bla a ofélia disse ou pagava hotel ou pagava curso, ele disse que o importante era sentirmo-nos bem e nós ok saímos do hotel pagamos uma noite 400 IRU  fizemos a mudança  pensando que ficaria tudo resolvido.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-527" href="http://yogacentrokundalini.com/14-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-17-chegada-a-rishikesh/imgp3792/"><img class="alignleft size-medium wp-image-527" title="IMGP3792" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3792-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Após as mudanças de hotel fomos dar uma volta pela rua principal que fica não muito longe, pois só a tínhamos visto de  noite, as lojas tinham muitos artigos relativos ao Yoga apetecia comprar &#8220;coisinhas&#8221; sendo que os preços eram mais baixos que em outros sítios por onde já passamos . Acabamos por almoçar em um restaurante com umas chamuças excelentes e diferentes maçã, banana, ananás, batata, vegetais bom muita escolha se estão a pensar e de galinha eheheh em Rishikesh do lado dos ashrams Ram Jhula não há carne nem peixe nem álcool  em nenhum restaurante, mas as ementas estão repletas de coisinhas boas.<a rel="attachment wp-att-528" href="http://yogacentrokundalini.com/14-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-17-chegada-a-rishikesh/imgp3801/"><img class="alignleft size-medium wp-image-528" title="IMGP3801" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3801-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
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<p>Regressamos ao Green Hotel para dormir a cesta, o jantar foi no restaurante do hotel e voltar a dormir pois o cansaço era extremo.</p>
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		<title>13 de Fevereiro – Dia 16 (Estação de comboio Nizamuddin Delhi)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 15:25:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Estação Comboio Nizamuddin]]></category>

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		<description><![CDATA[Este dia foi passado na estação de comboios 12 horas depois ainda andamos pela estação ,  na Índia estas coisas acontecem, mas até ao momento os comboios tinham andado certos. Chegamos a Delhi com duas horas de atraso ás 7:30 da manhã o nosso comboio para Haridwar estava previsto ás 14:35, deixamos as nossas mochilas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este dia foi passado na estação de comboios <img src='http://www.yogacentrokundalini.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  12 horas depois ainda andamos pela estação <img src='http://www.yogacentrokundalini.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> ,  na Índia estas coisas acontecem, mas até ao momento os comboios tinham andado certos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-512" href="http://yogacentrokundalini.com/13-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-16-estacao-de-comboio-nizamuddin-delhi/imgp2213/"><img class="alignleft size-medium wp-image-512" title="IMGP2213" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP2213-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Chegamos a Delhi com duas horas de atraso ás 7:30 da manhã o nosso comboio para Haridwar estava previsto ás 14:35, deixamos as nossas mochilas no &#8220;Clock room&#8221; sitio próprio para guardar a bagagem nas estações de comboio  e ficamos na duvida se valeria a pena ir dar uma volta por Delhi resolvemos ficar pelo Bar/Restaurante junto da estação para o pequeno almoço foi péssimo pois apenas pedimos uma sandes de queijo e um massala chai, sendo que a bela da &#8220;sandocha&#8221; tinha molhos e legumes tipo três camadas não ariscamos, acabamos por mais tarde dar a sandes aos cães de rua, esta parte foi impressionante a Ofélia colocou uma parte da sandes a um nem se mexeu tal era o estado , depois aproximou-se de outro para lhe dar o resto mas ele raspou-se sempre a olhar para a sandes parece que queria comer mas não queria ninguém por perto,  confirmou-se o que pensávamos são ignorados e mal tratados.</p>
<p>Fomos até a sala de espera lá ficamos mais um bocado e a seguir fomos ao tão desejado almoço a ver se desta se comia alguma coisa, pois já não tínhamos jantado no dia anterior o pequeno almoço um fiasco a ver de desta se comia alguma coisa.  Pedimos um prato de Dal(Lentilhas amarelas) com arroz e dois &#8220;butter rotis&#8221; é um  pão do Sul da Ásia à base de farinha integral,  tradicionalmente conhecido como a farinha atta, que se originou e é  consumido na Índia, Paquistão, Bangladesh e Sri Lanka. Também é consumida em algumas partes do sul do Caribe, em Trinidad e Tobago em particular. Para além dos rotis temos os chapatis que são uma variante mais fina. No final ainda compramos mais dois e uma agua para a viagem.<a rel="attachment wp-att-513" href="http://yogacentrokundalini.com/13-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-16-estacao-de-comboio-nizamuddin-delhi/imgp2151/"><img class="alignright size-medium wp-image-513" title="IMGP2151" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP2151-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>As 14:00 estávamos na plataforma um a espera do comboio para Haridwar que supostamente saia ás 14:35, nisto a Ofélia repara que a hora prevista de chegada é 17:05 e partir as 17:30, bem quase 3 horas de atraso, nada a fazer a não ser esperar a questão é que íamos chegar as 23:30 e não ás 20:30 como previsto como ainda tínhamos que apanhar um táxi para Rishikesh pois ainda fica a 30Km de Haridwar, bem o melhor era não fazer planos antes de entrar no comboio,  passado um bocado já o visor indicava que o comboio só chegava ás 18:05  já estávamos por tudo acabamos por comer os pães e mais uma bolachas e por ali fomos ficando vendo os comboios de mercadorias a passar eram enormes tinham cerca de 50 carruagens cada um aproveitavam bem o caminho de ferro como transporte  de mercadorias, entretanto já o visor marcava 19:05 ora queria dizer que se assim fosse a hora prevista de chegada era demasiado tarde para fazer 30Km em estrada de montanha de taxi, outra possibilidade era dormir mesmo em Haridwar.</p>
<p>Acabou-se por sentar uma moça a Richa ao lado da Ofélia meteu conversa, vinha apanhar o comboio Golden temple Mail que partia as 19:15, estranho fomos confirmar ai visor o nosso comboio já tinha passado para as 19:35, a Richa era simpática ofereu batatas fritas spicy aceitamos não eram más para quem gosta de picante, perguntou qual o comboio que esperávamos a Ofélia disse-lhe Utkal Express a cara dela de espanto disse-nos para ir-mos a recepção e perguntar-mos pois achava que naquela plataforma não iria passar esse comboio, o Pedro desconfiado foi confirmar e passava sim não sabíamos era a que horas.<a rel="attachment wp-att-520" href="http://yogacentrokundalini.com/13-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-16-estacao-de-comboio-nizamuddin-delhi/imgp2152/"><img class="alignright size-medium wp-image-520" title="IMGP2152" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP2152-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>Nisto apareceu um Sr. grande Sr. mesmo tinha as mãos cheias de notas e ao que parece continuava a receber as pessoas puxavam das notas para lhe dar, a Richa disse para a Ofélia baixinho shit é um eunuco temos que dar alguma coisa pois caso não dês é mau presságio, a Ofélia virou-se para ele e disse não estou interessada a Richa deu 10 IRU e recebeu a sua bênção o eunuco ainda tentou que a gente desse alguma coisinha mas nós nada fizemos de conta que não entendíamos nada .</p>
<p>Foi engraçado saber que a Richa ia para Punjab conhecer pessoalmente o namorado no Golden Temple no dia de São Valentim que para ela era muito importante referiu logo vocês vão festejar o dia de São Valentim em Rishikesh . O comboio dela acabou por partir e nós continuávamos a espera.</p>
<p>Durante o tempo que estivemos na estação mais que muito deu para ver como viviam os miúdos de rua que estavam na estação,  vivem por onde calha os que estavam instalados em um vão de escadas perto do nosso banco tem  entre 6 a 12 anos, durante a tarde contei para aí uns 10 diferentes, quando chegava um comboio entravam com um saco grandes de serapilheira  e recolhiam as garrafas de água e o que mais houvesse interessante tipo restos de comida ou objectos esquecidos.  No vão das escadas faziam a selecção o resto das águas das garrafas colocam tudo em uma para beberem as vazias espalmavam-nas pensamos que vendam as garrafas ao peso, comiam os restos de comida e usavam os restantes objectos vimos alguns com sapatos enormes outros descalços, também vimos outros dois do mesmo estilo engraxadores de sapatos e duas pessoas ao nosso lado pediram-lhe para engraxar os sapatos na sua posição preferida de cócoras lá lhe engraxaram os sapatos pensamos que lhes pagaram 2 IRU não conseguimos ver bem no máximo seria 5 IRU. É difícil conviver com este cenário pois incomoda e faz-nos reflectir, mas do que observamos tendo em conta a linha de pensamento indiano a maior parte dos nativos aqui na estação ignoram como se os miúdos não existissem, ou se calhar já estão tão habituados que nem ligam.</p>
<p>O nosso comboio finalmente chegou 19:50 mas só partiu da estação as 20:30 entramos e lá fomos para as camas de cima as que correspondiam aos nossos lugares.</p>
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		<title>12 de Fevereiro – Dia 15 (Último dia Khajuraho)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 15:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acordar não muito cedo, pois não tínhamos programa, visto termos reservado demasiado tempo para visitar as atracções de khajuraho. Tomamos o pequeno almoço no hotel desta vez a Ofélia experimentou muesli com iogurte muito bom, o Pedro variou muesli com leite o muesli muito estaladiço com uma boa quantidade de frutos secos, realmente não sei...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordar não muito cedo, pois não tínhamos programa, visto termos reservado demasiado tempo para visitar as atracções de khajuraho.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-489" href="http://yogacentrokundalini.com/12-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-15-ultimo-dia-khajuraho/imgp3780/"><img class="alignleft size-medium wp-image-489" title="IMGP3780" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3780-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Tomamos o pequeno almoço no hotel desta vez a Ofélia experimentou muesli com iogurte muito bom, o Pedro variou muesli com leite o muesli muito estaladiço com uma boa quantidade de frutos secos, realmente não sei como há pessoas com a opinião de que na Índia a comida não é boa, nesta fase já conhecemos bastante bem os pratos achamos a comida deliciosa com uma grande diferença dos restaurantes Indianos em Portugal os legumes utilizados são frescos mesmo as ervilhas portanto os pratos são deliciosos, não sendo tão picantes como inicialmente pensava como somos turistas eles cortam um pouco no picante.</p>
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<p>Fomos a Internet actualizar um pouco o blog e fomos almoçar ao mesmo restaurante ficamos &#8220;fans&#8221;, a seguir a última volta por khajuraho, aproveitamos para comprar bananas e chicos (uma fruta que não conhecíamos foram os amigos &#8220;tugas&#8221; que nos falaram) para comer na viagem.</p>
<p>O Sr. do hotel tentou nos impingir um richshaw por 100 IRU, mas a Ofélia disse-lhes que não era necessário e assim negociamos 80 IRU até a estação de comboio  quando chegamos o Sr. do rickshaw largou-nos perto da entrada da estação e nisto aparece um amigo a colocar um papelito no visor do rickshaw como se fosse estacionamento o Sr.  queria mais 5 IRU, nós barafustamos e não demos.<a rel="attachment wp-att-490" href="http://yogacentrokundalini.com/12-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-15-ultimo-dia-khajuraho/imgp3781/"><img class="alignright size-medium wp-image-490" title="IMGP3781" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3781-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Fomos para a plataforma, ali não era difícil  pois  é uma estação terminal o comboio partia dali em direcção a Delhi, a paragem mais concorrida era Agra onde o comboio passava ás 2:30 da manhã  a Delhi só chegava de madrugada, lá nos encaminhamos para os nossos lugares ainda estivemos um pouco sentados mas passado pouco tempo montamos os &#8220;estaminé&#8221;  tiramos os saco cama e foi colocar a mochila na posição correcta para dormir, a mochila tinha que ir no lugar da nossa cama.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-491" href="http://yogacentrokundalini.com/12-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-15-ultimo-dia-khajuraho/imgp3782/"><img class="alignleft size-medium wp-image-491" title="IMGP3782" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3782-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
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		<title>11 de Fevereiro – Dia 14 (Complexo de Templos Este e Sul – Khajuraho)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 15:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Complexo de Templos Este e Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantar por volta das 8:30 lavar alguma roupa tomar duche e ir para o pequeno almoço, já lá estavam os nossos amigos &#8220;Tugas&#8221;, iriam embora ao final do dia para Delhi de comboio, nós iríamos no dia seguinte ainda tentamos trocar o nosso bilhete para ir um dia mais cedo pois no final deste dia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantar por volta das 8:30 lavar alguma roupa tomar duche e ir para o pequeno almoço, já lá estavam os nossos amigos &#8220;Tugas&#8221;, iriam embora ao final do dia para Delhi de comboio, nós iríamos no dia seguinte ainda tentamos trocar o nosso bilhete para ir um dia mais cedo pois no final deste dia teríamos visto todas as atracções de Khajuraho mas não conseguimos estava tudo lotado.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-483" href="http://yogacentrokundalini.com/11-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-14-complexo-de-templos-este-e-sul-%e2%80%93-khajuraho/imgp3777-3/"><img class="alignleft size-medium wp-image-483" title="IMGP3777" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP37772-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Então aproveitamos o dia para alugar uma bicicletas pasteleiras 20 IRU dia cada negociado pois inicialmente era o dobro. Com as nossas superbikes fomos a pedalar até ao complexo de templos este, este complexo tem 3 templos hindus e 4 jainistas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-429" href="http://yogacentrokundalini.com/11-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-14-complexo-de-templos-este-e-sul-%e2%80%93-khajuraho/imgp3762/"><img class="alignright size-medium wp-image-429" title="IMGP3762" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3762-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>É de salientar que os templos jainistas tem no interior a imagem de um buda em posição de meditação usando sempre as mãos em concha estive a reparar em todas as imagens a mão direita é a que ficava sempre por cima, nos templos jainistas tinamos que tirar os sapatos e meias para entrar e também não se podia levar cintos de cabedal tem regras mais rígidas que nos templos hindus.</p>
<p>Fomos ainda ao templo de Duladeo, também dedicado a Shiva, um pouco mais distante no complexo de sul , mais recente séc XI, tinha um jardim bonito bem cuidado e sem lixo, este dois últimos complexos eram gratuitos.</p>
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<p>No final pedalamos em direcção a aldeia por outro caminho para variar viemos almoçar a um outro restaurante Agrasem que fica mesmo em frente ao nosso hotel Surya, estacionamos as bikes em frente ao hotel e accionamos o sistema de cadeado integrado na roda de trás bem mais pratico que o nosso sistema de corrente, este sistema bloqueava a roda de trás só tínhamos que tirar a chave, outra coisa interessante nas bikes o descanso semelhante as motos, telefonamos aos amigos portugueses para virem almoçar connosco.<a rel="attachment wp-att-484" href="http://yogacentrokundalini.com/11-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-14-complexo-de-templos-este-e-sul-%e2%80%93-khajuraho/imgp3775-2/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-484" title="IMGP3775" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP37751-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
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<p><a rel="attachment wp-att-479" href="http://yogacentrokundalini.com/11-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-14-complexo-de-templos-este-e-sul-%e2%80%93-khajuraho/imgp3771/"><img class="alignleft size-medium wp-image-479" title="IMGP3771" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3771-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>A comida  revelou-se deliciosa finalmente comemos uma chamuça de vegetais bem diferente das nossas mas muito saborosa, além disso provamos uma beringela muito bem cozinhada com jeera rice acompanhando tudo  com o massala chai com bastante gengibre a boa maneira indiana.  No final ficamos um pouco a conversar pagamos ficou cerca de 300 IRU e despedimo-nos dos amigos portugueses Natacha e Sr. Santos, fomos dar mais uma volta nas bikes de regresso entregamos as bikes e fomos um pouco para a Internet, regresso ao hotel com paragem no bar para mais um massala chai.</p>
<p>O nosso hotel tinha aulas de Yoga, khajuraho foi o primeiro local onde quase todos os hotéis tem massagem Ayurvedica e aulas de Yoga, mas nós não fizemos a bem dizer durante a estadia apenas vimos uma pessoa ter aulas no nosso hotel, pareceu-nos que ninguém vem a khajuraho à procura de Yoga.</p>
<p>Jantamos no mesmo restaurante do almoço Agrasem e regressamos ao hotel xonar.</p>
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		<title>10 de Fevereiro – Dia 13 (Raneh Fall &#8211; Khajuraho)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 15:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[khajuraho]]></category>
		<category><![CDATA[Raneh Fal]]></category>

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		<description><![CDATA[Acordamos  bem cedo com o burburinho exterior pois na Índia  isolamento não existe, mas resolvemos ficar mais um pouco a descansar e dormitamos mais um pouco, quando fomos tomar o pequeno almoço encontramos a Natacha e o Sr.Manuel,  constatamos que eles já não tem os mesmos cuidados que nós, comem em bancas de rua e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos  bem cedo com o burburinho exterior pois na Índia  isolamento não existe, mas resolvemos ficar mais um pouco a descansar e dormitamos mais um pouco, quando fomos tomar o pequeno almoço encontramos a Natacha e o Sr.Manuel,  constatamos que eles já não tem os mesmos cuidados que nós, comem em bancas de rua e ariscam nos tipos de comida daqui a algum tempo devemos estar iguais. Neste pequeno almoço a Ofélia variou comeu porridge com banana muito bom leite com um pouco de água fervido com flocos de aveia e banana crua por cima, o Pedro manteve o pequeno almoço tradicional Indiano uma parantha tipo de pão muito fino recheado com ervilhas  e bem picante a acompanhar massala chai leite fervido com chá(massala)  e com gengibre.</p>
<p>combinamos partilhar custos  com o rickshaw para irmos visitar as cascatas Raneh Fal, supostamente cascatas com 30m de altura numa zona verde onde seria possível ver crocodilos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-416" href="http://yogacentrokundalini.com/10-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-13-raneh-fall-khajuraho/imgp3741/"><img class="alignleft size-medium wp-image-416" title="IMGP3741" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3741-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>As cascatas ficam a 20 Km de Khajuraho, o que levou ao Sr. do Rickshaw uns bons 30 a 40 minutos e custou 400 IRU (partilhado por 4 pessoas), além disso tivemos que pagar ao Guia 40 IRU. Este estava a nossa espera 3 km depois da entrada no parque juntos ás cascatas.</p>
<p>As Raneh Falls são umas cascatas naturais no rio Ken, localizado no distrito Chhatarpur no estado de Madhya Pradesh. Grande Surpresa das Cascatas nem sinal ao que parece na ultima monção choveu pouco e por isso existia pouca ou nenhuma agua no desfiladeiro, tivemos que nos contentar com as pedras do grande canyon e com as lagoas de agua que se encontravam na sua base.</p>
<p>O nosso guia explicou-nos qual a fauna e flora que podíamos encontrar no parque e disse que na altura das monções as cascatas existem mesmo, não fossemos nós duvidar mostrou-nos  fotos do sitio que tínhamos a frente repleto de agua.</p>
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<p><a rel="attachment wp-att-417" href="http://yogacentrokundalini.com/10-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-13-raneh-fall-khajuraho/imgp3715/"><img class="alignleft size-medium wp-image-417" title="IMGP3715" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3715-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Andamos um pouco pelo maio do mato aproveitando para tirar fotos aos macacos, gamos, veados e antílopes,  voltamos ao rickshaw para andarmos mais uns kms dentro do parque até a zona onde existe alguma probabilidade de encontramos os crocodilos do parque.  Tivemos sorte, quando chegamos conseguimos ver um grande crocodilo no rio ás voltas provavelmente a procura de comida.</p>
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<p><a rel="attachment wp-att-418" href="http://yogacentrokundalini.com/10-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-13-raneh-fall-khajuraho/imgp3747/"><img class="alignleft size-medium wp-image-418" title="IMGP3747" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3747-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Fizemos um pequeno pedestre seguindo ao lado do rio e resolvemos voltar ao hotel, pois embora ainda estejamos no inicio da primavera depois das 12H o calor já é tanto que só se está bem a sombra.</p>
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<p><a rel="attachment wp-att-419" href="http://yogacentrokundalini.com/10-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-13-raneh-fall-khajuraho/imgp3752-2/"><img class="size-medium wp-image-419 alignright" title="IMGP3752" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP37521-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
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<p>Depois de almoço andamos pelas ruas do mercado e fomos a internet apenas para ver o email, ainda fomos a umas bancas de fruta compramos uma papaia para o jantar e no restaurante do hotel comemos a papaia e uma bela panqueca de chocolate, para finalizar o dia fomos inteirarmos-nos um pouco da situação do mundo vendo BBC apenas noticias da situação no Egipto.</p>
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		<title>9 de Fevereiro – Dia 12 (Chegada a Khajuraho)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 13:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo de Templos Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[khajuraho]]></category>
		<category><![CDATA[Madhya Pradesh]]></category>

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		<description><![CDATA[O complexo medieval de Khajuraho,  fica em uma pequena cidade no Estado de Madhya Pradesh,  é constituído por 22 de 85 templos originais. Localizada em uma região de relativamente difícil acesso, o complexo tornou-se do conhecimento do Ocidente apenas a partir do século XIX. Ao mesmo tempo, parece ter passado não ter sido atingido pela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O complexo medieval de Khajuraho,  fica em uma pequena cidade no Estado de Madhya Pradesh<a href="http://www.welt-atlas.de/datenbank/karten/karte-5-792.gif"></a>,  é constituído por 22 de 85 templos originais. Localizada em  uma região de relativamente difícil acesso, o complexo tornou-se do  conhecimento do Ocidente apenas a partir do século XIX. Ao mesmo tempo,  parece ter passado não ter sido atingido pela fúria de exércitos ou de  iconoclastas islâmicos, uma vez que, tendo sido construído entre meados  do século X e XI (950 d.C até 1050 d.C.), em plena Idade Média ocidental, deve-se apenas ao  efeito do tempo e ao crescimento da floresta ao redor a destruição de  grande parte do acervo. Dos 22 templos restantes, 16 encontram-se na secção oeste do complexo, e foram reconhecidos como Património Cultural  da Humanidade.<a rel="attachment wp-att-405" href="http://yogacentrokundalini.com/9-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-12-chegada-a-khajuraho/imgp3677/"><img class="alignright size-medium wp-image-405" title="Khajuraho " src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3677-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Ao chegar a Khajuraho lá estavam os muitos amigos dos táxi e dos Rickshaw, negociamos com um para nos levar ao Hotel Surya já estava um rapaz Chinês ou Japonês no Rickshaw partilhamos a viagem com ele ficou no Hotel Harmony o amigo do Rickshaw insistiu para ficar-mos naquele hotel devia ter comissão mas nós insistimos e por sinal o Surya era mesmo ao lado, os dois hotéis ficavam na rua principal.</p>
<p>Resolvemos ficar mais centrais para poder-mos andar a pé  e também porque ficava bastante perto dos complexos dos templos oeste. Fizemos o check in e fomos tomar o pequeno almoço ao restaurante do Hotel, nisto ouvimos falar português,  a Ofélia perguntou ao Sr. é Português ? Sim somos de Almada muito simpáticos convidaram logo para nos sentar na mesa deles, andavam a viajar pela Índia desde 18 de Janeiro, a Natacha tinha vindo a um casamento de um amigo e o pai veio acompanhar para ela não andar a viajar sozinha, mas também gostava muito de aventura embora já sonhasse com o dia de regresso e com o bacalhau com grão.</p>
<p>Falamos dos nossos planos na Índia e foi engraçado saber que eles tinham andado bem perto do Nepal, gostaram imenso  de shimla que  fica no estado de  Himachal Pradesh, é mais budista disseram que o sitio é muito limpo <img src='http://www.yogacentrokundalini.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> , no caminho ouviram falar de Rishikesh como ficava de caminho   resolveram parar por lá, bom adoraram falaram maravilhas de Rishikesh mesmo sem terem nenhum vinculo ao Yoga,  algo que nos deixou entusiasmados pois é lá que pretendíamos ficar a maior parte do tempo da nossa viagem.</p>
<p>Troca-mos algumas experiências de viagem e das historias dos Rickshaw e dos esquemas para turistas e despedimo-nos combinando ir jantar juntos,  depois fomos deixar as mochilas ao quarto, lavar a roupa para aproveitar o sol que batia na varanda do nosso quarto.</p>
<p>Caminhamos  para o complexo de Templos Ocidental que segundo o mapa ficam bastante próximos do nosso Hotel 5 minutos a pé. No entanto como estava perto da hora do almoço resolvemos primeiro parar a comer no Raja&#8217;s café.  A comida era boa mas o verdadeiro trunfo do café é a vista que se consegue ter sobre os templos .</p>
<p>Depois de almoço atravessar a rua comprar os bilhetes 250 IRU cada um e entrar no complexo de templos Oeste logo apareceram os guias, desta vez a Ofélia gostou de um Sr. velhote muito simpático que falava muito bem inglês então resolvemos pagar ao Sr. 300 IRU para ser nosso guia.<a rel="attachment wp-att-407" href="http://yogacentrokundalini.com/9-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-12-chegada-a-khajuraho/imgp3535/"><img class="alignright size-medium wp-image-407" title="IMGP3535" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3535-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>Realmente o Sr.  foi uma caixinha de surpresas sabia todos os pormenores dos templos do Kama Sutra cantinhos com pormenores que nós não iríamos ver sem ele , além disso era uma personagem simpática (como poderão ver pelas fotos) e brincalhona a perguntar a Ofélia se era casada, caso não fosse podia ir viver para a casa dele, o Pedro ria-se que nem um perdido.</p>
<p>Conhecia os melhores sítios para tirar fotografias e insistia para nos tirar aos dois, e acabamos por ficar com umas fotos engraçadas, este complexo está rodeado por um luxuriante jardim bem tratado sem lixo os templos também se encontram em bom estado.</p>
<p>O nosso Guia sabia o nome de todos os deuses explicou tudo ao pormenor as posições antes e depois do matrimonio, poligamia , monogamia, Homossexualidade com animais bem existiam imagens de sexo para todos os gostos.</p>
<p>Se os templos de Khajuraho têm um tema, então podemos dizer que é a  mulher. A celebração da essência da mulher e as imensas facetas e  temperamentos – escrevendo cartas, pintando os olhos, escovando o  cabelo, dançando alegremente ou apenas brincando com o seu filho. A  mulher: voluptuosa, sensual, sedutora e ao mesmo tempo desarmada mente  inocente.<a rel="attachment wp-att-409" href="http://yogacentrokundalini.com/9-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-12-chegada-a-khajuraho/imgp3672/"><img class="alignright size-medium wp-image-409" title="IMGP3672" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3672-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Depois de o Guia nos mostrar os 3 principais templos do complexo Ocidental:</p>
<p>Kandariya Mahādeva  dedicado a Shiva. Ostenta 646 imagens  esculpidas em seus flancos, dentre elas, inúmeras em ato sexual, que,  nesse caso, parece impor uma interpretação ritual.</p>
<p>Outro imponente templo é o de Lakshmana, dedicado a Vishnu: a viga na entrada desse templo dedicado ao Senhor Vishnu demonstra a santa trindade de Brahman, Vishnu e Shiva com a deusa Lakshmi, companheira de Vishnu.  <a href="http://fundacaomaitreya.com/artigo.php?ida=365&amp;p=3"></a></p>
<p>O templo Chitragupta, dedicado ao Deus Sol, Surya.</p>
<p>No final olhamos para o relógio e eram 2:30 sendo que o Guia ainda não tinha almoçado, a Ofélia disse-lhe para ir almoçar, ele concordou mas antes quis beber uma coca cola no bar pagamos  a bebida e a visita e despedimos-nos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-411" href="http://yogacentrokundalini.com/9-de-fevereiro-%e2%80%93-dia-12-chegada-a-khajuraho/imgp3480-2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-411" title="IMGP3480" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP34801-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Ficamos por ali a ver os restantes templos e aproveitamos para relaxar e tirar fotos nos relvados do complexo. Ao final da tarde regressamos ao hotel foi tomar banho e juntamente com  os Portugueses que tínhamos conhecido fomos a um espectáculo de música e dança tradicionais Indianas. Achamos o preço muito elevado 600 IRU por pessoa, para não variar foi preço de turista os preço para Indiano 20 IRU por pessoa. O espectáculo foi interessante misturava musica com danças e acrobacias.</p>
<p>Após o espectáculo fomos todos jantar ao Raja&#8217;s Café que ficava no caminho de regresso ao hotel, acabamos por ficar um bom bocado na conversa por fim continuamos a caminhada em direcção ao hotel Surya parando para apanhar as calças da Ofélia  que tinham ficado a emendar pois o tamanho único era enorme,  finalmente tinha mais um par de calças para poder lavar as que tinha vestido ao final de 12 dias dava jeito <img src='http://www.yogacentrokundalini.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> .</p>
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		<title>8 de Fevereiro – Dia 11 (explorando Fatehpur Sikri)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 11:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[Fatehpur Sikri]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio de Jodha Bai's]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a noite a Ofélia tirou as pilhas do relógio da parede, pois o tic tac era para ela insuportável. Foi acordar as 8:15, tomar banho, arrumar as mochilas e tomar um bom pequeno almoço. Planeamos ir ate ao palácio de Jodha Bai&#8217;s. O pátio do Palácio de Jodha Bai&#8217;s é a estrutura principal do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a noite a Ofélia tirou as pilhas do relógio da parede, pois o tic tac era para ela insuportável. Foi acordar as 8:15, tomar banho, arrumar as mochilas e tomar um bom pequeno almoço.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-468" href="http://yogacentrokundalini.com/explorando-fatehpur-sikri/imgp3418-2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-468" title="IMGP3418" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP34181-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Planeamos ir ate ao palácio de Jodha Bai&#8217;s. O pátio do Palácio de Jodha Bai&#8217;s é a estrutura principal do complexo do Harém de Fatehpur Sikri. Pelo caminho os &#8220;amigos&#8221; desta feita crianças tentavam a sua sorte a ver se extorquíam algum dinheiro, a ideia era comprarem os bilhetes para poderem ficar com o troco os esquemas que já vinham sendo habituais.</p>
<p>Os bilhetes custaram 260 IRU cada um cerca de 4.33€, mal entramos apareceu logo um guia dizemos que não necessitávamos com determinação, então ele afastou-se e nós continuamos a visita, realmente o complexo de palácios era bastante bonito estava bem conservado, tivemos em um jardim onde em outra hora eram executados os condenados o método utilizado parece no mínimo sádico pois eram esmagados e espezinhados por elefantes. Facto curioso 50 anos depois da cidade ter sido edificada foi abandonada por falta de água.<a rel="attachment wp-att-439" href="http://yogacentrokundalini.com/explorando-fatehpur-sikri/imgp3427/"><img class="alignright size-medium wp-image-439" title="IMGP3427" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3427-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>Viam-se muitos turistas mas em excursões organizadas, por conta própria como nós poucos mas ainda assim se vê alguns, regressamos ao hotel, almoçamos e fizemos o checkout 5 refeições e alojamento duas noites ficou em 1540 IRU cerca de 26 €.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-440" href="http://yogacentrokundalini.com/explorando-fatehpur-sikri/imgp3448/"><img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="IMGP3448" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP3448-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Descansamos um pouco na esplanada a fazer tempo para apanhar a camioneta para Agra a última seria as 17:30 mas resolvemos apanhar a das 15:30 para andar com tempo, pois iríamos passar a noite no comboio a caminho de Khajuraho.</p>
<p>Na viagem para Agra nas fantásticas camionetas a Ofélia resolveu xonar, o Pedro não tirava os olhos da estrada a condução era alucinante a camioneta estava sucessivamente a ultrapassar camiões o problema era que pouco mais andava que eles, sem falar em duplas ultrapassagens ou seja 3 veículos lado a lado em duas faixas de rodagem com transito em sentido contrário, é realmente fantástico não se verem acidentes.</p>
<p>Foi chegar e ir a pé para o Hotel Sakura onde sabíamos que podíamos ficar pelo restaurante a fazer um pouco de tempo antes de apanhar o comboio. O Sr. extremamente simpático sabia dizer &#8220;muito obrigado&#8221;, perguntou para onde íamos nós explicamos que para Khajuraho, prontificou-se logo a arranjar um tuk tuk para nos levar a estação, este bem mais prestável que os do nosso hotel onde tínhamos ficado em Agra.</p>
<p>Tomamos umas bebidas jogamos uma cartada e jantamos a meio do jantar vimos um &#8220;amiguinho&#8221; rato a entrar no restaurante devia ir fazer uma visita a cozinha, no final do jantar fomos para a Internet tinham um computador decente com uma boa ligação mas nada barato uma hora 60 IRU um €.</p>
<p>Vimos o email actualizamos o Blog, entretanto fomos para a estação de comboio de Agra Cantt ás 22:45 para com calma procurarmos a plataforma o comboio iria partir as 23:20. Chegamos rápido passado um bocado a Ofélia pergunta não tens a máquina fotográfica? xiii pois é tinha ficado no Hotel Sakura mesmo ao pé do computador pânico tentar ligar para nos virem trazer a máquina a estação, mas ninguém atende já não tínhamos assim tanto tempo antes do comboio chegar . O Pedro resolve apanhar um rickshaw chega ao primeiro &#8220;amigo&#8221; e diz-lhe que quer ir ao Hotel Sakura o mais rápido possível 10 minutos se fizer isso dá-lhe 100 IRU, o amigo não estava a perceber muito bem mas o do lado percebeu e explicou e lá foi ele prego a fundo, a Ofélia ficou  na estação com as mochilas. Quando o Pedro chegou ao Hotel teve que bater insistentemente pois já estava a porta fechada, lá vieram abrir e lá estava a máquina no sitio foi pegar na máquina e vir a correr para o Rickshaw para voltar para a estação, mesmo assim ainda apanhamos o comboio na calma atrasou-se um pouco.</p>
<p>A nossa carruagem era maioritariamente turistas, cada cabine tinha 6 beliches ficamos nos do meio foi tirar o saco cama e dormir, sabíamos que iríamos chegar a khajuraho de manhã depois de percorrer 430Km.</p>
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		<title>7 de Fevereiro – Dia 10 (A caminho de Fatehpur Sikri)</title>
		<link>http://www.yogacentrokundalini.com/a-caminho-de-fatehpur-sikri/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 15:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[autocarro]]></category>
		<category><![CDATA[Fatehpur Sikri]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi acordar no hotel &#8220;Tourist Rest House&#8221;, arrumar as mochilas que ficaram na sala da internet e de seguida tentar arranjar uma caixa ATM, segundo as informações da recepção seria perto e como tal fomos a pé a procura, escusado será dizer que tivemos que perguntar a umas quantas pessoas, destas alguma entendiam-nos a maioria...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi acordar no hotel &#8220;Tourist Rest House&#8221;, arrumar as mochilas que ficaram na sala da internet e de seguida tentar arranjar uma caixa ATM, segundo as informações da recepção seria perto e como tal fomos a pé a procura, escusado será dizer que tivemos que perguntar a umas quantas pessoas, destas alguma entendiam-nos a maioria nem por isso. La conseguimos encontrar a primeira ATM mas  &#8220;no money&#8221;, seguimos em frente e não muito longe encontramos a segunda ATM, mas também sem dinheiro. Perto estava um sr. que nos pareceu mais ocidental, porreiro este sabia ingles e por isso aproveitamos para perguntar se sabia onde ficava outra ATM. Acabou por nos explicar onde ficavam mais duas.</p>
<p>Começamos a ter ao nosso lado um sr. de um rickshow bicicleta que nos ia ajudando na busca pela ATM. Isto continuou por mais algumas ATMs, ate que depois da quinta sem dinheiro, desistimos e fizemos negocio com o sr., 50IRU para nos levar ate uma ATM onde conseguisse-mos levantar dinheiro e depois de volta para o hotel. Logo na primeira a que ele nos levou conseguimos levantar o dinheiro e por isso mais animados voltamos ao hotel. Como o sr. não tinha troco acabamos por lhe dar 55IRU, ficamos com ideia que estes devem fazer menos dinheiro que os amigos dos auto rickshows.</p>
<p>Depois de comermos finalmente o pequeno almoço, resolvemos antes de ir apanhar o autocarro para Fatehpur Sikri, tentar encontrar o nosso diário de viagem, pois no dia anterior tinha-mos o perdido algures em Agra&#8230; Ja tem bastante informação e por isso era uma perda considerável, depois de reconstituir-mos os passos do dia anterior, chegamos a conclusão que apenas poderia estar num de dois sítios, onde carregamos o telemóvel ou na entrada do Taj Mahal.</p>
<p>Saímos e negociamos com um amigo do tuk-tuk o valor de 100IRU para nos levar a porta sul do Taj Mahal e dai para a paragem das camionetas. Este deve ter desconfiado de nos, pois atravessou a rua e passado uns minutos regressou com um segundo amigo&#8230; Este por sinal muito chato, mesmo muito chato, que não parou de fazer perguntas todo o caminho, metade destas num inglês sufrivel e a outra metade em hindu. Voltamos a ouvir a pergunta se queríamos fumar&#8230; eles devem ter alguns turistas a pedir isso tal e a frequência com que já ouvimos esta mesma pergunta.</p>
<p>Quando chegamos ao largo da entrada sul do Taj Mahal pedimos ao amigo para parar o tuk-tuk e o Pedro foi a loja verificar se estava la o diário de viagem. Mal chegou la estava o caderno no mesmo sitio onde o tinha-mos deixado no dia anterior. Novamente com o diário e mais animados seguimos em direcção a estação de camionetas com esperança que o amigo do amigo se calasse. Depois de chegarmos o Pedro deu as 100IRU que tínhamos acordado, mas não e que o amigo do amigo resolveu ir atrás de nos com a nota na mão com um ar muito ofendido&#8230; Realmente começamos a ficar fartos destes filmes, e que e sempre a mesma coisa, enfim o Pedro pegou na nota deu-a ao amigo inicial com quem tínhamos feito o negocio e ainda a barafustar com eles virou costas em direcção a estação de camionetas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-254" href="http://yogacentrokundalini.com/a-caminho-de-fatehpur-sikri/imgp3341/"><img class="alignleft size-medium wp-image-254" title="ofelia na camioneta" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP33412-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Entramos no autocarro meio a medo tal era o estado de degradação do mesmo, a serio que ficamos com algumas duvidas que aquilo conseguisse sair da estação das camionetas quanto mais fazer 40km. Realmente os comboios estão em melhor estado do que pelo menos estas camionetas, como não eramos os únicos pensamos que sempre tínhamos ajuda caso fosse necessário empurrar o autocarro, pagamos pelos dois 54IRU menos de 1 euro e seguimos viagem, nada que impedisse a Ofélia de ficar a xonar passados 10 minutos de viagem : )</p>
<p>Mal entramos em Fatehpur Sikri, demos logo com o hotel em que tínhamos decidido ficar, o Goverdhan Tourist Complex mesmo ao lado da estrada. Acabamos por sair com as mochilas do autocarro com este ainda em movimento lento, pratica habitual entre os nativos. Dirigimo-nos ao hotel e reservamos uma noite, esta ficou por 600IRU. O hotel tinha um jardim simpático por isso almoçamos na esplanada e fomos depois ao Jama Masjid, uma mesquita. A entrada foi gratuita mas como nos restantes templos, também aqui os sapatos ficaram a porta.</p>
<p>A entrada estava repleta de amigos, alguns crianças a fazerem as perguntas da praxe. De onde vens, como te chamas, blabla no fundo a tentar orientar um esquema para esturquirem dinheiro ao pato do turista. Resolvemos entrar no mausoléu da mesquita e logo apareceu um amigo que nos disse  não ser guia nem querer dinheiro, era bem intencionado e apenas queria mostrar e explicar a mesquita aos turistas pois esse era o seu trabalho, pois sim, a ver vamos, quando a esmola e grande&#8230;</p>
<p>Explicou-nos que se via pelas janelas muito bem de dentro para fora mas que o inverso não era possível, explicou-nos também que os fios que vimos pendurados nas janelas eram das mulheres que iam aquele local pedir para terem filhos. Ao que parece neste mausoléu esta um profeta islâmico que depois de consultado por um marajá que não conseguia ter filhos, previu o nascimento destes caso fosse construida a mesquita. Algo que o marajá acabou por fazer, tendo depois conseguido ter o filho que queria tal como o profeta tinha previsto, pelo menos assim reza a historia do local.</p>
<p>No final leva-nos a um local por detrás do mausoléu onde estava uma banca com pecas de mármore, castiçais e afins, mas atenção, era tudo feito na aldeia dele, por outros amigos claro. As pecas ate eram bonitas mas o método utilizado para la chegar foi um dos esquemas do costume, la se foi a teoria que eles podem ser bem intencionados sem ter segundas intenções&#8230; Dissemos que não queríamos comprar nada e aproveitamos a confusão que se gerou quando chegou mais um casal de patos (entenda-se turistas), para nos raspar-mos dali para fora.</p>
<p>No caminho para o hotel o Pedro resolveu comer um gelado numa banca de rua, vamos la ver o resultado da &#8220;avaria&#8221;. Se tudo correr bem, a proxima sera mesmo comer as belas das chamusas na rua. Neste dia resolvemos ainda dar uma volta pelo bazar, mais um igual aos outros, muita confusao e por isso acabamos por regressar ao hotel, jantar e ficar por la a descansar.</p>
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		<title>6 de Fevereiro &#8211; Dia 9 (explorando Agra)</title>
		<link>http://www.yogacentrokundalini.com/explorando-agra/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Feb 2011 07:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Indra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem dos Sentidos]]></category>
		<category><![CDATA[Agra]]></category>

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		<description><![CDATA[Acordamos a hora habitual por estes lados, qualquer coisa como 8:30, tomamos o pequeno almoço no hotel sem grandes pressas e planeamos o dia em Agra. O restaurante deste hotel era num pátio interior com um jardim com algumas árvores e ate um repuxo de agua, um local bastante agradável embora as toalhas das mesas não vissem agua já a algum tempo&#8230; Aproveitamos para actualizar o blog na Internet pois tinhamos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos a hora habitual por estes lados, qualquer coisa como 8:30, tomamos o pequeno almoço no hotel sem grandes pressas e planeamos o dia em Agra. O restaurante deste hotel era num pátio interior com um jardim com algumas árvores e ate um repuxo de agua, um local bastante agradável embora as toalhas das mesas não vissem agua já a algum tempo&#8230; Aproveitamos para actualizar o blog na Internet pois tinhamos planeado almoçar antes de iniciar a visita aos monumentos de Agra.</p>
<p>Apanhamos um tuk-tuk que nos levou ao restaurante &#8220;Vegis Sakura&#8221;, recomendado pelo guia pela comida e pelo terraço com vista para o Taj Mahal e por estar perto da entrada sul deste. Por entre os cabos electricos dos postes de iluminacao conseguia-se ver a cúpula do Taj. Ate chegarmos ao terraço passamos por vários pisos onde viviam pessoas, o que permitiu ter um vislumbre sobre como são as habitações deles, facto curioso e que em todos os andares havia um buraco no chão coberto por grades, talvez para transportar mobílias e arcas para os diversos andares.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-251" href="http://www.yogacentrokundalini.com/explorando-agra/imgp3308/"><img class="alignright size-medium wp-image-251" title="esquilo no palacio Agra forte" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP33082-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>O almoço ficou em 215 IRU, cerca de 3,5 euros, depois do almoço aproveitamos para comprar um carregador pois o que tínhamos avariou-se com as falhas de energia comuns por estas terras. O que compramos custou 200IRU, cerca de 3 euros, definitivamente não vale a pena trazer muita tralha, ate desinfectante e toalhetes para as mãos já vimos a vender. Aproveitamos também para na loja ao lado carregar o nosso telemóvel, facto curioso nestas duas lojas e que nestas duas lojas os empregados tinham os olhos verdes, após isto seguimos para a entrada do Taj.</p>
<p>Tínhamos andando poucos metros e demos com uma fila gigantesca, enquanto a Ofélia ficou a marcar o lugar, o Pedro foi tentar comprar os bilhetes. Estes custaram 750IRU por pessoa, cerca de 12,5 euros, isto para turista, pois para um indiano o preço são 20 IRU. Depois de já estarmos a imenso tempo a espera, percebemos que a Ofélia teria que ir para outra fila, pois existem duas filas, uma para homens e outra para mulheres. Para não variar, embora o Pedro tivesse mais pessoas a frente, ainda assim conseguiu chegar primeiro ao detector de metais, depois de ser revistado teve que deixar a maquina de calcular e o canivete suíço, já a Ofélia deixou as cartas, os dados de poker, a lanterna e uma caixa de lápis de cor que eram para oferta.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-248" href="http://www.yogacentrokundalini.com/explorando-agra/imgp3150/"><img class="alignleft size-medium wp-image-248" title="dhanurasana" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP31501-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a>Com isto tudo demoramos cerca de 1 hora para conseguirmos entrar e quando o conseguimos fazer, demos de caras com multidões de pessoas, o Taj deve realmente ser o monumento mais visitado na India. Apenas mais tarde percebemos que tinhamos direito a uma garrafa de agua e a uma protecção para os pés, para não termos que nos descalçar. Tentamos encontrar um sitio mais sossegado para conseguir tirar algumas fotos de asanas em frente ao Taj, facto curioso foi que nos vieram pedir para tirar fotos connosco, ao que parece algo bastante comum. Adoram ficar com fotos em que apareçam juntamente com turistas.  Encaminhamos-nos para a entrada do Taj deixando os sapatos no arrumador e encontramos nova fila desta vez para entrar na cripta. Finalmente entramos e reparamos num placa com as palavras &#8220;no photography&#8221;, algo que ninguém respeitava e que os guardas que estavam por perto também ignoravam. Fez-nos lembrar uma situação semelhante na capela Sistina em Roma&#8230;</p>
<p>Depois da visita, compramos mais bananas no bazar, meio quilo ficou em 15 IRU. Apanhamos um tuk-tuk para o Agra forte por 40 IRU, tendo combinado com o condutor, um rapaz simpático e calmo, para esperar por nos enquanto visitamos o forte e para depois nos levar para o Salar Bazar e depois de regresso para o hotel. A compra dos bilhetes para o Agra Forte foi de 250IRU/pessoa, conseguimos poupar 50IRU porque no mesmo dia já tínhamos visitado o Taj Mahal.  Achamos este forte mais bonito do que o que tínhamos visto em Jaipur, este foi a capital do império por volta do século XVI.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-250" href="http://www.yogacentrokundalini.com/explorando-agra/imgp3282/"><img class="alignright size-medium wp-image-250" title="palacio agra forte" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP32821-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>No Palácio que se encontra dentro do forte, encontramos novamente mármore branco e umas vistas desafogadas e privilegiadas sobre o Taj. Dentro do forte encontramos também muita bicharada, cães, esquilos, e novamente muitos macacos. Estes últimos entretinham-se em derrubar os caixotes do lixo em busca de comida. Talvez por ser domingo viam-se muitas famílias indianas a passear pelos pátios e jardins que rodeiam o palácio e o forte. Parte do complexo encontra-se fechado ao publico por isso cerca de hora e meia depois já estávamos novamente na rua .</p>
<p>Como a Ofélia andava com a ideia nas calcas desde que chegamos pedimos ao amigo do tuk tuk para nos deixar no bazar e esperar por nos. este bazar parecia ainda mais concorrido do que o ultimo em jaipur. Foi curioso verificar que eles tem as ruas dos  bazares divididas por ofícios / profissões, temos uma rua repleta de fulanos que vendem flores, outra de tapetes, comida, cordas, sapateiros, bancas de comida mais um sem numero de coisas diferentes. Na rua das roupas encontramos calcas mas do estilo ocidental Jeans e também algumas do estilo usado pelas nativas aqui na India mas nada que fosse parecido com o que a Ofélia procura, pensamos que esse tipo de calcas apenas as devemos encontrar nas lojas para turistas, as Indianas que vemos usam túnica com calca e lenço pelas costas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-252" href="http://www.yogacentrokundalini.com/explorando-agra/imgp3311/"><img class="alignleft size-medium wp-image-252" title="Agra forte" src="http://www.yogacentrokundalini.com/uploads/IMGP33112-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Quando regressamos ao local combinado com o amigo do tuk tuk, surpresa, não estava la. Humm.  Se calhar teve que ir a algum lado não deve demorar, a verdade e que esperamos uns bons 20 minutos ate que por fim desistimos e tentamos arranjar outra alternativa. O problema que nos apercebemos rapidamente foi que naquela zona do bazar não devem haver muitos turistas pois nenhum dos tuks tuks a que perguntávamos pelo nosso hotel parecia fazer a mínima ideia de onde ficava,  isto os que falavam alguma coisa de inglês porque alguns nem sabiam nada de inglês.</p>
<p>Depois de mostramos o mapa com a localização do hotel a um amigo este disse que sabia onde ficava mas que queria 70IRU para nos levar &#8230; não ficamos inteiramente convencidos que soubesse onde ficava o hotel e achamos muito caro o valor que nos pediu. Não estávamos assim tão desesperados por um tuk tuk e por isso resolvemos colocar-nos a caminho. Um do li ta &#8230; e escolhemos a estrada da direita, afinal de contas era tão boa como outra qualquer para sair dali para fora. Depois de andarmos mais um pouco, vimos um outro tuk tuk parado e resolvemos tentar a nossa sorte,   este também não sabia onde ficava o hotel (olha o espanto) mas mandou parar um outro tuk tuk e depois de conferenciar com ele (certamente acordarem um valor da comissão) disse-nos que o novo amigo nos levaria ao hotel por 60IRU. Continuamos a achar o valor elevado mas sinceramente só já queríamos era chegar ao Hotel por isso aceitamos. Andamos cerca de 100 metros quando vimos o amigo do primeiro tuk tuk passar por nos em sentido contrario e amigos que confusão isto deu&#8230;</p>
<p>Resolvemos trocar de tuk tuk mas ainda assim  pagamos 5 IRU pelos 100 metros, afinal o amigo pensou que demorávamos nas compras e resolveu ir jantar, &#8220;whatever hotel please&#8230;&#8221; . Depois de chegar-mos ao hotel pagamos por tudo 100IRU cerca de 1,6 euros porque ele sempre tinha andado connosco umas boas 3 a 4 horas.</p>
<p>Foi chegar ao hotel, tomar um belo banho e jantar no jardim do hotel que a noite estava toda iluminada com luzes e ate a fonte da agua tinha a funcionar. Aproveitamos para ver email e actualizar um pouco o blog antes de darmos o dia por concluído.</p>
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